É
no aeroporto do Galeão, Antônio Carlos Jobim,
que nossa empresa aérea tem um serviço de
manutenção para aeronave de grande porte.
Portanto
aconselhamos os nossos pilotos a voarem até o Galeão
para deixarem a sua aeronave B747-400,
B777-300, MD11 para
a manutenção.
RIO
DE JANEIRO - Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro
- Tom Jobim
INFORMAÇÕES
TÉCNICAS
ICAO:
SBGL
ELEVAÇÃO:
30
NDB:
CAX 400
VOR/DME:
CAX
113.00
SOLO GALEÃO: 121.65
TORRE
GALEÃO: 121.50
Dimensão
da pista 10/28: 4000m x 45m
Dimensão
da pista 15/33: 3180m
x 47m



O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão
- Antônio Carlos Jobim é o maior aeroporto
do Rio de Janeiro e, em 2004, tornou-se o quarto mais
movimentado do país com uma média diária
de 16.500 passageiros. A partir de 29 de agosto de 2004,
diversos vôos que tinham como origem ou destino
o Aeroporto Santos Dumont foram transferidos para o Galeão,
resultando num expressivo crescimento do movimento de
passageiros desde então. Em meados de 2005 o aeroporto
já registrava uma média diária de
21.000 passageiros.
Histórico
A história do aeroporto, na Ilha do Governador,
como base de antiga aviação naval, começa
em 1924 com a instalação da escola de aviação.
Fundada em 1916, a Escola de Aviação Naval
teve suas primeiras instalações na Ilha
das Enxadas, em 1924, posteriormente transferidas para
local mais amplo na vizinha Ponta do Galeão.
Ali surgiram hangares, oficinas, quartéis, alojamentos
de oficiais e praças, além da primeira Fábrica
Nacional de Aviões, que produziu em série
o primeiro modelo brasileiro, os Muniz 5, 7 e 9. Ainda
no Galeão, outras indústrias aeronáuticas
produziam, sob contrato com entidades estrangeiras como
a Foker holandesa e a Wulf alemã, aviões
para aviação civil e militar.
Também do Galeão saíram os primeiros
Correios Aéreos Navais, em 1935. A partir de 1945,
o Galeão passou a ser, oficialmente, Aeroporto
Internacional, uma vez que os antigos Hidroaviões
da Pan American e da Condor, além de outras companhias,
foram pouco a pouco substituídos nas rotas internacionais
por aviões maiores, dotados de rodas, que precisavam
de pistas em terra para pouso e decolagem. Os antigos
“hidros” Sirorskys ou Junkers J-52, entre
outros, cederam lugar aos Douglas DC-3 e DC –4 e
Constelations da Lockheed.
Houve uma “estação de hidros”,
ao lado do Aeroporto Santos Dumont, inaugurada em 1936,
projetada pelo célebre arquiteto brasileiro Atílio
C. Lima. Foi um dos primeiros prédios conceitualmente
modernos construídos no Brasil. Desde os anos da
Segunda Guerra Mundial, o Galeão foi, além
de movimentada base aérea da Força Aérea
Brasileira, campo de pouso para aviões internacionais.
Naquela época o acesso ao aeroporto fazia-se através
de lancha, desde a estação de hidros até
a ponte de desembarque do Galeão, de onde os passageiros
seguiam até a aeronave em ônibus, pois não
existia uma estação de passageiros.
A recepção continuou precária até
1950, quando o local para embarque e desembarque transferiu-se
para o ouro lado da base, onde hoje funcionam escritórios
de companhias cargueiras. Esse terminal, com diversas
ampliações ao longo dos anos, foi substituído
pelo atual Terminal de Passageiros Número 1, que
agregou o que de mais atual havia na época de sua
inauguração, em 20 de janeiro de 1977.
Como reflexo do impetuoso crescimento da aviação
comercial do Brasil em 1992, com vistas a grande afluência
prevista na ECO 92, foram reformadas todas as instalações
do Terminal 1. Essa ampliação, que aumentou
a capacidade desse terminal para sete milhões de
passageiros ao ano, coincidiu com o início das
obras do Terminal 2.
Esse novo terminal, um dos mais modernos da América
Latina, com capacidade de atender oito milhões
de passageiros ao ano, foi inaugurado em 20 de julho de
1999, mais que duplicando a capacidade do Aeroporto Internacional
do Rio de Janeiro.
Complexo Aeroportuário
Área total do complexo: 17.881.696,63 m²
Área do pátio de aeronaves: 712.895 m²
Pistas: 2
Dimensões das pistas (m): 4.000 x 45 e 3.180 x
47
Capacidade dos terminais de passageiros: TPS-I: 7.000.000
e TPS-II: 8.000.000 passageiros/ano
Área total dos terminais de passageiros: 69.750
m²
Estacionamento de aeronaves: 53 posições
Distância do centro da cidade do Rio de Janeiro:
20 km
Distâncias aéreas internacionais
Distância aérea entre o Rio de Janeiro e
outras cidades do mundo, partindo do Aeroporto Internacional
do Rio de Janeiro/Galeão - Antônio Carlos
Jobim:
América do Sul
Assunção: 1.476 km
Bogotá: 4.534 km
Buenos Aires: 1.996 km
Caracas: 4.513 km
La Paz: 2.704 km
Lima: 3.780km
Montevidéu: 1.823 km
Quito: 4.565 km
Santiago do Chile: 2.938 km
América Central
Cidade do Panamá: 5.287 km
América do Norte
Boston: 7.760 km
Chicago: 8.518 km
Cidade do México: 7.658 km
Los Angeles: 10.129 km
Miami: 6.699 km
Nova Iorque: 7.703 km
São Francisco: 10.629 km
Seattle: 11.065 km
Europa
Copenhague: 10.164 km
Dublin: 9.166 km
Estocolmo: 10.688 km
Frankfurt: 9.543km
Glasgow: 9.457 km
Hamburgo: 9.889 km
Helsinque: 11.059 km
Lisboa: 7.690 km
Londres: 9.228 km
Munique: 9.595 km
Oslo: 10.426 km
Paris: 9.159 km
Madri: 8.124 km
Roma: 9.152 km
Zurique: 9.349 km
Ásia
Cingapura: 15.763 km
Hong Kong: 17.685 km
Manila: 18.131 km
Pequim: 17.319 km
Seul: 18.109 km
Tel-Aviv: 10.284 km
Tóquio: 18.527 km
África
Cairo: 9.894 km
Cidade do Cabo: 6.097 km
Johannesburgo: 7.163 km
Lagos: 6.021 km
Maputo: 7.588 km
Distâncias aéreas nacionais
Distância aérea média entre o Rio
de Janeiro e as principais capitais do Brasil, partindo
do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão
- Antônio Carlos Jobim:
Belo Horizonte: 360 km
Brasília: 911 km
Curitiba: 674 km
Fortaleza: 2.166 km
Manaus: 2.841 km
Porto Alegre: 1.122
km
Recife: 1.852 km
Salvador: 1.213 km
São Paulo: 361
km